Comemos pasta no café da manhã com uma xícara de chá de uma fruta roxa que eu não soube definir.
Ainda nao lembro quando é dia ou noite, nao só pelo fato das tantas viagens e fusos trocados e pelo cinza que colore o céu neste fim de inverno, mas é porque nossas almas e mentes não fazem questão de definir os padrões dos relógios ou a diferença de luminozidade na parte de fora desta janela.
talvez estejemos seguindo ritmos que surgem dos instantes, das necessidades instantaneas, nao só as vitais e naturais, mas também as exageradamente criadas e não estamos deixando de inventar nossos instantes que seguem os excessos.
feche as cortinas
domingo, 9 de maio de 2010
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