quinta-feira, 5 de maio de 2011

Desta vez nem tanto choro, nem dó de mim, nem desespero ou arrependimentos, nem mal dizeres, energia para vingança, começar tudo de novo, nem muito álcool ou grandes desabafos, não muita sensação de suicídio estrangulada na própria goela pelo dado e não recebido. Não divisão de papéis. explicações filosóficas ou psicológicas, não torturas ou grandes saudades, saudosismo de um presente que acaba de se tornar passado. Não consolo, não acalmar o coração e a mente dizendo as injustiças alheias, a falta de amor e a frieza egoísta. Desta vez menos reações. Mas a cirurgia foi a mesma. É que agora sobrevivo melhor aos grandes rombos. Pra onde é que isso foi?

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