quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Amei paixões, não pessoas. amei as situações, as histórias, o fogo, a vida a flor da pele. como quem ama uma droga que alarma os sentidos... eu me apaixonava.. e isso era apaixonante..  as pessoas queriam sugar um pouco do viço, da vida que se manifestava diferente  por conta de saber estar......... apaixonada
agora a reabilitação é difícil, porque o psicológico me diz a todo tempo que desaprender a viver apaixonada é entregar os pontos a esse mundo mímico de macacos aloprados